Corentin Gosling and Samuele Cortese (University of Southampton), Arthur Caye, Luis Augusto Rohde
Diversos estudos recentes demonstraram que o mês de nascimento pode ser um fator de risco para receber o diagnóstico de TDAH em crianças de idade escolar, por diferenças maturacionais e comparações entre colegas de diferentes idades dentro de uma mesma classe. Contudo, pouco se sabe sobre a trajetória destes indivíduos ao longo do desenvolvimento, por exemplo, se persistem como diagnóstico até a idade adulta. Esta pesquisa em andamento está reunindo dezenas de coortes ao redor do mundo para avaliar a associação entre o mês de nascimento e a persistência de TDAH ao longo da vida – ou seja, se crianças que são as mais jovens da classe e recebem o diagnóstico possuem uma maior tendência à remissão pela redução da sua imaturidade relativa com o tempo.