Pesquisas em andamento – Adultos

Associação entre abundância e diversidade do microbioma intestinal e TDAH em uma coorte de base populacional acompanhada desde o nascimento (Elaboração do plano de análise)

Participantes: Marina Xavier Carpena, Thais Martins Silva, Iná S Santos, Aluísio J D Barros, Alicia Matijasevich, Mara Helena Hutz, Luís Augusto Rohde, Júlia Pasqualini Genro, Luciana Tovo-Rodrigues

O intestino humano conta com uma população extensa de bactérias, vírus, fungos. O equilíbrio entre diferentes espécies é o que colaboram para nosso estado de saúde, incluindo o estado de saúde mental. Atualmente, o grupo está dedicado a entender como a microbiota intestinal dos indivíduos diagnosticados com TDAH é diferente comparado aos sem este diagnóstico. Dados da Coorte de Nascimentos de 2004 de Pelotas serão utilizados para comparar diferentes microbiotas intestinais.

Relação genética entre padrões de sono e TDAH (Análises em andamento)

Participantes – Marina Xavier Carpena, Mara Helena Hutz, Luís Augusto Rohde, Júlia Pasqualini Genro, Luciana Tovo-Rodrigues

Problemas de sono e disfunções circadianas encontram-se entre as condições mais comuns entre indivíduos diagnosticados com TDAH. Desde 2018 investigamos a crítica relação entre TDAH e diferentes padrões de sono, como problemas de sono e duração de sono, sob diferentes abordagens. Até o momento, pudemos observar que problemas de sono na infância parecem predizer TDAH na adolescência e esse efeito parece ser causal, bem como parece existir uma susceptibilidade genética compartilhada entre essas condições. Atualmente seguimos investigando esses para poder entender melhor quais mecanismos genéticos estão envolvidos na relação entre sono e TDAH. Dados do ProDAH e da Coorte de Nascimentos de 2004 de Pelotas são utilizados como dados primários para essa investigação.

Influência da genética envolvida no uso de dispositivos eletrônicos na suscetibilidade a transtornos psiquiátricos. (Análises em andamento)

Participantes – Sofia Faber Silveira, Thais Martins da Silva, Julia Martins Geremias, Marina Xavier Carpena, Luciana Tovo-Rodrigues, Mara Helena Hutz, Patricia Bado, Luís Augusto Rohde, Júlia Pasqualini Genro.

O aumento crescente do uso de dispositivos eletrônicos vem trazendo preocupações relacionadas ao impacto na saúde mental. Já foram relatadas associações entre o tempo de tela e diferentes fenótipos psiquiátricos. Além disso, percebe-se um uso exacerbado de internet, videogames e redes sociais, o que muitas vezes caracteriza um comportamento aditivo com envolvimento do sistema de recompensa. Sabe-se que os transtornos psiquiátricos têm uma importante influência genética, mas ainda existem poucos estudos sobre essa influência no uso de dispositivos eletrônicos. Nossa hipótese é de que possa existir uma genética compartilhada entre a suscetibilidade aos transtornos psiquiátricos e o uso de dispositivos eletrônicos. Nosso objetivo é usar as metodologias de escore de risco poligênico e análises de gene-set para investigar estas relações.

Influência de genes relacionados à cafeína e ao cálcio em fenótipos psiquiátricos. (Análises em andamento)

Participantes – Thailan Fraporti, Thais Martins da Silva, Luciana Tovo-Rodrigues, Mara Helena Hutz, Luís Augusto Rohde, Verônica Contini, Júlia Pasqualini Genro.

A cafeína é uma das substâncias psicoativas mais consumidas mundialmente, consumo este, que se estende desde a infância até a vida adulta. Indivíduos com transtornos psiquiátricos são mais propensos a desenvolverem efeitos adversos da cafeína, como taquicardia e pensamentos acelerados. Esta substância possui diferentes ações entre os transtornos psiquiátricos, desde uma resposta ansiogênica exacerbada nos transtornos de ansiedade até uma melhora em funções prejudicadas, como a atenção, no TDAH. A cafeína também atua nos canais de cálcio, onde exerce funções como a liberação do estoque intracelular a partir de uma ação antagonista. Estudos moleculares têm sugerido um papel de genes de canais de cálcio e da cafeína na susceptibilidade dos transtornos psiquiátricos. O principal objetivo deste trabalho é explorar os efeitos de variantes genéticas relacionadas à resposta a cafeína e a canais de cálcio no TDAH e suas comorbidades, tanto na amostra clínica de TDAH como na Coorte de Nascimentos de 1993 de Pelotas.

Avaliação da eficácia do aplicativo FOCUS TDAH no monitoramento de adultos com Transtorno de Déficit de Ateção e Hiperatividade (TDAH)

Estamos Recrutando Participantes!

Luiz Roberto Carvalho1,2, Letícia Müller3, Marcelo Victor3, Gregory Zeny3, Nathalia Ceretta3, Isabel Coimbra3, Júlia Castanho3, Anthony Sousa3, Luis Rohde1,3 1-IPQ – Instituto de Psiquiatria HC/FMUSP, 2-Indigo.Health 3-PRODAH-Programa de Déficit de Atenção e Hiperatividade HCPA/UFRGS
Avaliar o impacto do aplicativo no 1.Controle dos sintomas – TDAH; 2.Adesão ao Tratamento pelo uso do App, e com a concessão de um desconto comercial na compra da medicação; 3.Melhora na Psicoeducação; 4.Perspectiva usabilidade e aceitabilidade de uso do App através do olhar do paciente.